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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A biodiversidade e a cultura do Nordeste, em livro



Escrita pelo conterrâneo Melquíades Pinto Paiva, a obra “Nordeste do Brasil – Terra, mar e gente” apresenta um pouco da biodiversidade e da cultura nordestina, revelando uma porção de curiosidades sobre essa região do país.

Aos 80 anos de idade, o respeitado pesquisador cearense Melquíades Pinto Paiva reuniu todo o conhecimento que adquiriu sobre o nordeste, a partir das suas experiências de vida e dos livros, para produzir a obra “Nordeste do Brasil – Terra, mar e gente”.

Publicado pela editora Õte, o livro apresenta uma série de particularidades naturais, geográficas e culturais dessa região brasileira, que possui o terceiro maior território do país e engloba nove Estados brasileiros.

Para isso, o autor dividiu o livro em três grandes capítulos, que fazem referência ao nome da obra. O primeiro, intitulado “Terra”, apresenta os recursos minerais e a biodiversidade terrestre da região, enquanto o capítulo “Mar”, que vem em seguida, desvenda a fauna e flora marinha do Nordeste, além de oferecer informações a respeito da pesca e da explotação lagosteira no litoral nordestino.

Por fim, no terceiro capítulo do livro, que recebe o nome de “Gente”, Melquíades revela curiosidades a respeito da formação cultural dos nordestinos e dos hábitos que possuem em seu dia-a-dia, utilizando, inclusive, citações de grandes nomes da cultura popular brasileira, como Patativa do Assaré e Luiz Gonzaga. Nesse capítulo, o autor ainda aproveita para debater por que os programas de desenvolvimento humano aplicados na região são tão ineficientes.

O livro “Nordeste do Brasil – Terra, mar e gente” foi lançado oficialmente, hoje, dia 16 de novembro, em São Paulo, e conta ainda com encartes que listam as plantas nativas da caatinga, as espécies da fauna nordestina que estão em extinção e, também, os principais depósitos minerais da região.

Nordeste do Brasil – Terra, mar e gente
Autor: Melquíades Pinto Paiva
Editora Õte
408 páginas
R$ 65

 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ecossistema Manguezal no Brasil e no Mundo

Os manguezais são ecossistemas de grande importância socioambiental, e precisam ser reconhecidos pela sociedade civil, gestores públicos e instituições de ensino e pesquisa como ecossistemas que apresentam também grande valor econômico e cultural. Desta forma, este evento pretende promover a difusão de conhecimentos tradicionais gerados nesses ecossistemas, sua riqueza cultural, sua biodiversidades e seus impactos. Pretende também, promover a educação ambiental, expor a cultura existente das diversas comunidades que vivem no manguezal, promover a mobilização e a integração social, a educação ambiental envolvendo a música, teatro, dança, exposições, competições e apresentações ligadas ao meio ambiente do Manguezal constituindo uma rede “Manguezal do Brasil.”


 Palestra com a Bióloga Dra. Flávia Mochel (RJ)-(UFMA)

Sua palestra foi com rimas poéticas sobre os manguezais. Espetacular!

O evento proposto visa sensibilizar a opinião pública nacional em relação aos bens e serviços associados aos ecossistemas manguezais, e importância e conhecimento ancestral dos povos e populações tradicionais que dependem deste ecossistema e vem, historicamente, manejando de maneira sustentável e lutando por sua conservação.


Vergara Filho - ICMBio

Auditótio do Hotel Luzeiros - São Luis - MA


Todos imitando o vai e vem da maré. Demais...
Olhe aí a palafita
crescendo sobre a maré.
O homem que nela habita
caranguejo ou peixe é.

Caranguejo que se irmana
com os bichos dos lamaçais,
na condição desumana
de caminhar para trás,

de voltar à pré-história,
- vergonhosa marcha à ré -
e afogar sua memória
no ir e vir da maré.

Peixe caído na rede
que a vida lançou ao mangue,
para matar fome e sede
de um mundo nutrido em sangue.

Caranguejo ou peixe, o fato
é que o homem posto na lama
não sabe o seu nome exato
e também ninguém o chama,

nem o batiza de novo
com esse sal de maré.
Não se sabe de que povo
nem de que raça ele é,

ali entre vida e morte,
caranguejo ou peixe ou nada
do que seja fraco ou forte
na maré, sua enteada,

mãe segunda que o cativa,
que como filho o adota,
para a solidão nativa
mar sem porto e sem rota.
                                                                     
                                                                       José Chagas





                                                         O quite no ato da inscrição...
Bolsa

Caneca


Bloco e caneta personalizada

Um livro do ICMBio - Conselhos deliberativos em Resex/RDS da Amazônia

SNUC





Biólogos,Oceanógrafos, Engenheiros Ambientais e Turismólogos






Foi lançado o livro da Bióloga: 
Flávia Mochel ( DE UM BURACO AO OUTRO-Do Mangue ao Cosmos)